Na manhã desta quarta-feira (26), a Polícia Civil do Maranhão desencadeou mais uma ação do programa ‘Meu Celular de Volta’, focando na repressão à revenda de aparelhos furtados na Grande Ilha. Com a participação de cerca de 40 policiais, a operação visou cumprir mandados de busca e apreensão em estabelecimentos suspeitos, além de educar os proprietários sobre as implicações legais da comercialização de celulares sem procedência.
Os agentes realizaram fiscalizações em diversos bairros da cidade, incluindo Liberdade, Cidade Operária, Ribeira e Vila Nova República, na zona rural, além do Centro. O coordenador do programa, delegado Luigi Conte Neto, destacou a importância da ação para combater o comércio ilegal de eletrônicos. “Importante ressaltar que as pessoas que incidem em tais condutas cometem o crime de receptação e estão sujeitas às penas da lei”, afirmou.
Durante a operação, os policiais abordaram os proprietários dos estabelecimentos, conscientizando-os sobre as sanções legais que podem enfrentar caso sejam constatadas irregularidades na venda de aparelhos usados, especialmente sem a devida nota fiscal. A ação teve como objetivo não apenas a apreensão de celulares, mas também a educação dos comerciantes sobre a legalidade das suas atividades.
Embora a operação tenha sido concluída sem qualquer apreensão ou autuação em flagrante, os locais vistoriados foram notificados e continuam sob monitoramento da polícia. O delegado Conte Neto anunciou que o programa ‘Meu Celular de Volta’ terá outras fases, com futuras apreensões de telefones e novas fiscalizações em locais onde possam estar sendo comercializados aparelhos celulares roubados. “A estratégia de fiscalização será ampliada para outros comércios próximos, considerando a possibilidade de rotatividade nas práticas irregulares”, acrescentou.
A ação da Polícia Civil reflete um esforço contínuo para desmantelar redes de revenda de produtos ilícitos, buscando garantir a segurança e a legalidade nas transações comerciais na região. A população é incentivada a denunciar atividades suspeitas, contribuindo assim para um ambiente mais seguro e legal nas relações de compra e venda de eletrônicos.